segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Silvana Meireles, coordenadora executiva do Programa Mais Cultura, afirmou que a população brasileira quer consumir cultura, e que os gastos da população nesse setor estão acima das despesas com educação, colocando-se na sexta posição.

“Apesar de termos dados revelando que há uma grande parcela da população, principalmente das classes C, D, e E, que ainda é desassistida por políticas públicas na área da cultura, os gastos da família brasileira com cultura ficam na sexta posição, acima dos investimentos com educação. Ou seja, existe um anseio da sociedade civil e dessa população por consumo de cultura”, disse Silvana, em um seminário para discussão da construção de espaços culturais em áreas de intervenção do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Ela ainda salientou que, dos municípios brasileiros, aproximadamente 60% possui ações do Programa Mais Cultura e que a criação dos Espaços Culturais vai fazer crescer esse número. Essa iniciativa vai atingir 19 estados brasileiros. Serão em torno de 1,2 mil projetos que devem receber apoio do Ministério da Cultura. Entre eles estão 200 cines cultura, 410 bibliotecas modernizadas, e ainda Pontos de Leitura e pontos de cultura.

“Qualquer estado e qualquer município brasileiro podem aderir ao programa, basta manifestar essa intenção. Existe uma vasta gama de produção cultural espalhada no território brasileiro. Em contraponto, há uma falta de acesso a essa produção cultural. Então o ministério tem trabalhado com estados brasileiros e mais recentemente com municípios no sentido de fazer alianças para o desenvolvimento e ampliação desse projeto”, frisou.

http://blogs.cultura.gov.br/pro-leitura/

sábado, 14 de novembro de 2009

Para os adoradores de Rock, amanhã, dia 15 de novembro, haverá o aniversário da Rádio Ipanema no Anfiteatro Pôr-do-Sol, inicia às 14hs e entre as bandas estão: Pública, Tequila Baby, Acústicos e Valvulados, Júpiter Maçã, Tenente Cascavel (TNT + Cascavelletes), Cachorro Grande, etc.
Mais informações http://www2.uol.com.br/ipanema/new/ncoisas.shtml
Abraço e bom final de semana à todos!

O dia 4 de novembro foi maravilhoso para nós, futuros gestores culturais, pois fomos na 7ª Bienal do Mercosul e pq tivemos aquele bate-papo com o Frank Jorge. Sério! Foi um dia muito perfeito e com certeza inesquecível em nossas vidas.

Na Bienal, nos deparamos com um mundo completamente abstrato e ao mesmo tempo super significativo. No Cais do Porto, estão aquelas obras visuais, que nos fazem pensar sobre os temas sociais, inclusive. No MARGS, são desenhos, pinturas e fotografias que remetem à um leque de significados. Já no Santander, estão as obras projetáveis e essas são deslumbrantes, imaginativas e surpreendentes até. Eu, particularmente, adorei aquela obra que passa as fases do dia — o nascer do sol, o pôr do sol e também a noite —.

No bate-papo com o Frank, tivemos a oportunidade de entrar em contato com o verdadeiro Rock Gaúcho, que causa muita divergência e admiração, inclusive no próprio meio musical. O Frank foi muito bacana e de uma forma super sutil e até tímida, dissertou sobre a história do Rock e sobre as bandas do Sul... a maneira que os músicos tocam, a forma de divulgação, o lance da barreira musical que existe em função do eixo Rio-São Paulo...

Enfim, foi uma grande e divertida aprendizagem!


segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Frank Jorge no Campus Sapucaia do Sul

Frank Jorge, um dos maiores nomes do rock gaúcho, aceitou o convite do curso de Gestão Cultural para um bate-papo sobre rock e produção musical nesta quarta-feira, dia 4 de novembro. O bate-papo vai ocorrer a partir das 18h. Frank Jorge tem seu nome associado a bandas fundamentais do rock gaúcho como Graforréia Xilarmônica, TNT, Os Cascavelletes e Cowboys Espirituais. Continua sua carreira musical e atualmente é coordenador e professor do curso de Formação de Produtores e Músicos de Rock da Unisinos. Bom humor, conhecimento e talento musical não vão faltar nesse encontro e muito menos você. Esse evento assinala o início das atividades do OFICINÁRIO. Para saber mais sobre Frank Jorge acesse o link indicado, sugestão de Guilherme, da turma 2L. E fique ligado no que vai ocorrer nesta terça e quarta no Campus. Vale a pena conferir.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009


Um espaço para múltiplas atividades ligadas a toda cadeia produtiva da música. Uma oportunidade para um encontro entre os trabalhadores desta rede, grande geradora de empregos e renda. Um momento de troca de experiências e contatos capaz de estimular a organização e o fomento do setor. Estes são alguns dos conceitos que definem os objetivos da Feira da Música do Sul, que será realizada nos dias 19, 20, 21 e 22 de novembro de 2009, nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo.
Acesse o site http://www.feiradamusicadosul.com.br e participe.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Marilda Ormy

Graduanda em Produção Cultural pela Universidade Cândido Mendes. Atua como produtora executiva e foi diretora artística do Teatro Municipal de Niterói, coordenadora geral dos projetos da Secretaria de Cultura, Subsecretária de Cultura, Presidente da Fundação de Arte, diretora do Teatro Popular e Secretária de Cultura de Niterói (2008). Atualmente trabalha com sua empresa, Mosaico Cultural, como consultora em gestão cultural e é diretora executiva da Associação Brasileira de Gestores Culturais.


GC: Quando você começou a atuar como gestora cultural?

Marilda: A partir de 1998, como gestora cultural e, a partir de 2003, como gestora pública cultural.

GC: Quais os principais desafios da profissão?

Marilda: Como gestora pública (PMN), sinto que o principal desafio é conseguir manter uma equipe séria e comprometida durante todo o processo (pré, pro, e pós produção) de determinado projeto cultural. É com esta equipe que vou traçar planos para o desenvolvimento de políticas públicas que estejam comprometidas com os desejos e necessidades do local onde trabalho. Como gestora cultural (Mosaico), gerenciar uma equipe com participação coletiva é meu maior desafio. Outros desafios nessa área: criar projetos importantes em acordo com as necessidades, desejos e expectativas de quem vai usufruí-lo, planejar detalhadamente todas as etapas do trabalho, definir as funções em acordo com os talentos e criar ferramentas para acompanhamento do movimento de cada projeto. Ex: planilhas orçamentárias, cronograma de atividades, formulários de pesquisa, etc.

GC: Como você vê o mercado profissional para os gestores culturais?

Marilda: Bom, promissor. É um mercado que está se desenvolvendo “oficialmente” a não mais de 15 anos, quando os primeiros cursos universitários de produção cultural começaram (UFF, Universidade da Bahia, Universidade Cândido Mendes...). De lá pra cá, percebo o crescimento da credibilidade em nossa área, apesar de faltar muito tempo para o entendimento, por parte do produtor (principalmente) e do gestor, de que “no final, toda produção dá certo, não importando muito o planejamento”. Destaco aí o trabalho dos pesquisadores na Economia da Cultura, que veio comprovar a importância numérica de nosso trabalho e, consequentemente, a valorização da área cultural.

GC: Você acha importante que haja cursos de formação na área? Por quê?

Marilda: Acho indispensável. Porque o profissional deve ser qualificado, de forma a eliminar a cultura de que qualquer um pode fazer produção e gestão, de forma intuitiva. O conhecimento adquirido na universidade vai facilitar a prática da execução de ações e criar profissionais diferenciados, ocasionando maior credibilidade à profissão.

GC: O que faz o gestor cultural?

Marilda: Ele coordena: se abastece, substancialmente, do conteúdo necessário ao projeto que está por desenvolver e, junto com sua equipe, planeja, coordena, controla todos os processos, analisa relatórios recebidos, avalia os resultados (principalmente os negativos), e se prepara para a coordenação de um novo projeto. Gostaria de terminar, destacando a importância da fase de pré-produção e pós-produção de quaisquer ações. Se a elas nos dedicarmos com maior afinco, a fase da produção acontece de forma leve, sem estresses, sob controle, pois todas as possibilidades de erro foram bem analisadas na pré, restando para pós, além dos agradecimentos à equipe e ao cliente, o planejamento para novos desafios.


Esta entrevista foi gentilmente concedida para os alunos do Curso de Gestão Cultural do IFSUL/Campus Sapucaia do Sul.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Nos dias 18 e 19 de novembro, no Rio de Janeiro, ocorre o Seminário Nacional de Economia da Cultura. O encontro visa incentivar o fomento à Economia da Cultura e é uma iniciativa do Ministério da Cultura (MinC) através do Programa de Extensão Universitária (ProExt Cultura) e do Programa de Desenvolvimento da Economia da Cultura (Prodec), em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro e o Fórum Nacional de Pró-reitores de Extensão. Acesse o site para conhecer projetos na área da cultura que estão recebendo apoio do MinC e conheça um pouco mais as discussões. Vocês poderão ler um artigo muito bom sobre gestão cultural, intitulado "fragmentos de gestão e cultura". O texto é muito esclarecedor e pode ajudar no trabalho que vocês estão desenvolvendo para a disciplina de História. Leiam todos os textos. Isso é apenas uma mostra do quanto esse tema tem chamado a atenção.
 

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